Além de se esforçar para desviar dos ataques da oposição, é dentro de seu próprio partido que o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci, enfrenta dificuldades na busca por apoio para permanecer no governo. Nas conversas reservadas entre petistas, circula com frequência cada vez maior a avaliação de que o chefe da Casa Civil agora amarga os desafetos que adquiriu ao longo dos últimos anos. “O ministro Palocci está pagando pelos pecados que cometeu”, disse um petista com trânsito no Palácio do Planalto.
Dentro do PT, Palocci pertence à corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), conhecida como o antigo Campo Majoritário da sigla. O grupo deu as cartas no partido até a crise do mensalão e é integrado por nomes como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro José Dirceu.
Nos últimos dias, segundo petistas, dirigentes e líderes partidários optaram por se afastar do ministro. Como Palocci sempre teve um perfil reservado, a justificativa de alguns é a de que ele próprio optou por se expor ainda menos diante do agravamento da crise em torno de sua evolução patrimonial. Palocci, entretanto, recebeu alguns afagos de colegas de partido nos últimos dias. Dirceu, por exemplo, telefonou ao ministro da Casa Civil.
Nos grupos mais à esquerda do PT, o apoio é escasso. Alas geralmente descritas como mais “radicais” teciam críticas ao ministro desde os tempos em que ele ainda comandava a pasta da Fazenda, durante o governo Lula. Tradicionalmente, as queixas versavam sobre a política econômica adotada desde o início do governo petista.
Agora, o discurso que prevalece dentro do PT é o de que o partido está pagando o preço por decisões pessoais de Palocci. A situação, dizem dirigentes, é muito diferente da enfrentada por nomes como o ex-tesoureiro Delúbio Soares, que foi recentemente reintegrado à sigla depois de ser expulso na crise do mensalão. Os erros de Delúbio, justificam os colegas de legenda, referiam-se ao gerenciamento de recursos para campanhas e não a negócios privados.
Há insatisfações em alguns grupos do partido também com a distribuição de cargos no governo Dilma. Setores do partido avaliam que o núcleo duro composto pela presidenta para abrir sua gestão no Palácio do Planalto não soube administrar as demandas do partido e cedeu demais às pressões do PMDB.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
terça-feira, 24 de maio de 2011
Palocci e apatia nacional
Nada mais simples para a compreensão do que um imóvel.
São dois no centro do "Paloccigate". Ambos próximos da av. Paulista, em São Paulo. Um de cada lado da avenida, adquiridos praticamente à vista. Ao custo de R$ 7,4 milhões.
Como todo mundo, o agora ministro da Casa Civil gostava de trabalhar perto de casa. Morava em um e despachava do outro.
Muitos no Brasil ainda perdem imóveis e bens de uma vida em minutos de enchente. Outros, passam décadas financiando sua primeira moradia.
Um trabalhador que recebe o salário mensal médio no Brasil demoraria 410 anos, sem poder gastar um tostão, para comprar o que Palocci adquiriu em meses.
Palocci é a segunda pessoa mais poderosa da República. E um dos novos milionários do Brasil.
Sua experiência vale muito, resume sua assessoria.
É inaceitável a falta de explicações do ministro. E o silêncio de sua chefe, a presidente Dilma Rousseff.
Quem pagou essa dinheirama a Palocci? O que ele fez para merecê-la?
Por algo menos concreto, os espanhóis estão acampados em Madri há dias contra o "clima de corrupção" no país. Sem verbalizar direito o que desconfiam, sentem um cheiro ruim.
A partir das redes sociais e por motivos distintos, pessoas de diferentes países estão determinadas a desafiar suas autoridades.
Em São Paulo, vimos duas pequenas amostras do que é possível com elas: a manifestação a favor do metrô no bairro de Higienópolis e, agora, a controversa mobilização da Marcha da Maconha.
Mas, quando as maças de um pé amadurecem, alguma tem de cair primeiro.
As outras deveriam vir depois.
Após derrota em eleição, tucano ocupará cargo em embaixada
Afastado do Itamaraty desde 1982, o ex-senador Arthur Virgílio (PSDB-AM) assumirá nos próximos dias o posto de conselheiro especial na Embaixada do Brasil em Portugal. Ele embarca hoje com a mulher para Lisboa.
Após a derrota na tentativa de se reeleger senador em 2010, ele pediu para voltar ao Ministério das Relações Exteriores, mas tirou férias logo em seguida.
O tucano conta que, além de Portugal, ofereceram a ele outros dois países e um cargo no escritório de representação do Itamaraty na região norte do Brasil.
"A intenção pode ter sido a melhor possível, mas eu expliquei que não podia aceitar uma coisa que achei pequena", disse.
Segundo o Itamaraty, o tucano pediu para participar de missão transitória no exterior. Ele pode ficar no mesmo posto por até um ano.
"O que eu vou fazer lá? Vou combinar com o embaixador. Eu gostaria muito de cuidar dos países africanos de língua portuguesa", afirmou Virgílio.
Como conselheiro especial, ele terá um salário mensal bruto de R$ 16.500.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Manifestantes são recebidos na Alepa
O secretário legislativo da Assembleia Legislativa do Pará, ex-deputado Ítalo Mácola, recebeu após a sessão deliberativa desta terça-feira (17/05), na sala VIP da Alepa, uma Comissão de três manifestantes de Ananindeua.
A comissão pretendia ser recebida pelo presidente Manoel Pioneiro (PSDB), que no mesmo momento participava de uma reunião da Comissão de Fiscalização Financeira da Alepa com a presença do secretário Sérgio Bacury de Planejamento, Orçamento e Finanças discutindo a Lei de Diretrizes Orçamentárias/2011, que irá tramitar na Casa.
Os representantes deixaram um manifesto à instalação da CPI para apurar denúncias de irregularidades no Poder Legislativo Estadual. A comissão representava um conjunto de manifestantes – professores, estudantes e moradores, que com Carro de Som na Praça Dom Pedro II, e faixas de protesto pediam a instalação da Comissão.
Para Alberto Andrade, líder dos manifestantes, a CPI seria um instrumento necessário para punir quem é responsável pelas possíveis irregularidades. “Que se punam quem tem que ser punido e que se resguarde quem não tem nada haver com as irregularidades”, disse.
O secretário Mácola que recebeu o manifesto ficou de repassá-lo ao presidente do Poder, informando aos líderes do movimento de todas as providências que a Mesa Diretora da Casa teria tomado para averiguar as irregularidades denunciadas. “A Casa está colaborando com todas as informações solicitadas pelo Ministério Público para ser averiguar as denúncias”, explicou Ítalo
Getúlio Vargas conversava com seu ministro da Viação, José Américo de Almeida.
- Impossível governar este país. Os homens de verdadeiro espírito público vão escasseando ca-da vez mais. - E o que é que o senhor acha dos homens de seu governo?, perguntou José Américo.
Getúlio respondeu, desolado: - A primeira metade não é capaz de nada e a outra metade é capaz de tudo...
- Impossível governar este país. Os homens de verdadeiro espírito público vão escasseando ca-da vez mais. - E o que é que o senhor acha dos homens de seu governo?, perguntou José Américo.
Getúlio respondeu, desolado: - A primeira metade não é capaz de nada e a outra metade é capaz de tudo...
Gilmar Mendes nega pedido de soltura de Cesare Battisti
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou ontem pedido de liberdade feito pela defesa do terrorista italiano Cesare Battisti. Mendes decidiu esperar para analisar o caso com os demais ministros do tribunal. A reportagem apurou que o caso pode ser levado ao plenário do Supremo já na semana que vem, mas cabe ao presidente Cezar Peluso decidir o dia exato do julgamento.
No sábado, o ministro Joaquim Barbosa, não analisou, como esperado, o pedido de relaxamento de prisão do italiano e mandou os autos do processo de volta ao relator do caso. O pedido de relaxamento foi feito pelos advogados do italiano, Luis Roberto Barroso e Renata Saraiva.
Barbosa recebeu o pedido dos advogados na noite de sexta-feira porque Mendes estava em viagem oficial aos EUA. Como havia informação nos autos de que ele retornaria ainda no final de semana ao Brasil, não tomou decisão.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Plebiscito da divisão do Pará repercute pelo país
A grande imprensa nacional repercutiu no último final de semana a aprovação pela Câmara dos Deputados de plebiscitos no Pará para ouvir a população sobre a possível criação dos Estados de Carajás, no sul e sudeste paraense, e de Tapajós, a oeste. A votação, que tem um prazo de seis meses para acontecer no caso de Carajás, ainda não foi definida totalmente pelo Congresso.Matéria publicada sábado (08) pelo jornal Folha de São Paulo enfoca os impactos econômicos da possível criação do Estado de Carajás, que herdaria, após a divisão, as maiores reservas minerais e os principais empreendimentos da Vale instalados na região. Caso a população confirme a criação de Carajás, ele teria a maior mina produtora de minério de ferro em operação no mundo, em Parauapebas, explorada pela Vale. O texto da Folha lembra que em 2010, Parauapebas, Marabá e Canaã dos Carajás, que integrariam o novo Estado, responderam por 80% de todo o CFEM (royalties de mineração) arrecadado no Pará.
O jornal lista importantes reservas de cobre e níquel, exploradas pela Vale, que também ficariam no novo Estado e lembra que a Tapajós e ao Pará sobrariam apenas reservas de bauxita, como as do Rio do Norte, Juruti e Paragominas. Além disso, dos investimentos previstos pelas mineradoras até 2015, Carajás teria US$ 33 bilhões, Tapajós, US$ 0,6 bilhão, e o território restante do Pará US$ 7,9 bilhões.
RIQUEZA
O texto das Folha cita que as 39 cidades que integrariam Carajás fazem grandes apostas na extração de minérios, na siderurgia, na criação de gado e na geração de energia, atividades que iriam transformar a região numa das mais ricas do país, tendo como principal polo urbano e possível capital o município de Marabá. O jornal lembrou que Marabá celebrou a aprovação do plebiscito pela Câmara dos Deputados.
A matéria da Folha ainda ouviu a Associação dos Municípios do Araguaia, Tocantins e Carajás, formada por cidades da região. A entidade defende que o novo Estado não causaria problemas ao Pará, que centraria suas atividades no setor de serviços. Segundo os municípios, no agronegócio os principais produtos de Carajás seriam madeira, abacaxi, goiaba, gado e bananas, e um estudo diz que o Estado seria autossuficiente: teria gastos de R$ 1,8 bilhões e receitas de R$ 2,7 bilhões.
A matéria da Folha lembra ainda que ao possível novo Estado de Tapajós, que poderá reunir 27 municípios, ficaria a herança da usina hidrelétrica de Belo Monte, planejada pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Quatro das cinco cidades mais impactadas pela obra fariam parte desse Estado, como Altamira, e o principal polo urbano do Tapajós seria Santarém.
Ouvido também pela Folha, o vereador Reginaldo Campos (PSB), que apoia o plebiscito, afirma que a região ainda não tem maiores estudos sobre a área (com informações da Folha de São Paulo).
PLEBISCITOS
Na quinta, a Câmara dos Deputados aprovou projetos de plebiscitos sobre a criação dos estados de Carajás e Tapajós.
O CASO DE CARAJÁS: Decreto deve ser promulgado pelo presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), autorizando a consulta.
O CASO DE TAPAJÓS: Câmara aprovou o plebiscito. Falta votação no Senado.
Divisão pode não melhorar a gestão, diz especialista
Em artigo escrito para mesma edição da Folha de sábado (8), o analista Fernando Luiz Abrucio afirma que a possível divisão do Estado do Pará não equivaleria necessariamente à melhoria da gestão pública nas regiões implicadas.
Apesar de admitir que o desmembramento poderia aproximar os governantes da população no Pará, que é um Estado de grandes dimensões, Abrucio lembra que não necessariamente ocorrerá o mesmo que se viu no novo Estado de Tocantins, após a separação de Goiás.
“O problema é que, em nome da autonomia, deixa-se de pensar em duas questões atuais da gestão pública brasileira. A primeira é que o momento exige maior eficiência nos gastos públicos, fazendo mais com menos. Cabe lembrar que o desmembramento vai gerar duas novas estruturas governamentais, replicando os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em cada um dos novos Estados. Os paraenses precisam saber deste custo para decidirem - afinal, supõe-se que serão eles que vão pagar a conta”, diz Abrucio em seu artigo.
NÓ FEDERATIVO
Doutor em Ciência Política pela USP, professor da FGV (SP) e pesquisador dos temas da gestão pública e do federalismo, Abrucio lembra ainda que a questão federativa também se torna mais complexa com o desmembramento. Para ele, a cooperação entre níveis de governo é uma peça importante para se aumentar a efetividade das políticas públicas. “Criar mais dois Estados pode levar à multiplicação do conflito. E se os entes federativos não forem parceiros no Pará, as fragilidades administrativas ficarão mais patentes”, argumenta. “Ademais, a divisão dará mais seis senadores e 16 deputados à região, e seria necessário saber se os demais Estados concordam com isso” (com informações da Folha de São Paulo).
Economista do Ipea diz que Carajás e Tapajós são estados ‘‘inviáveis”
O portal de notícias G1 publicou ontem (08) matéria especial onde o economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) Rogério Boueri, afirma que Tapajós e Carajás seriam estados inviáveis, pelo que demonstram cálculos econônimos.
Segundo Boueri, caso cheguem a ser criados, os estados de Carajás e Tapajós dependerão de ajuda federal para arcar com as novas estruturas de administração pública que precisarão ser instaladas. O economista do Ipea fez cálculos, a pedido do G1, considerando os dados mais recentes disponíveis, referentes a 2008. Segundo concluiu Boueri, Tapajós e Carajás teriam, respectivamente, um custo de manutenção de R$ 2,2 bilhões e R$ 2,9 bilhões ao ano. Para o pesquisador do Ipea, diante da arrecadação projetada para os dois estados, os custos resultariam num déficit de R$ 2,16 bilhões, somando ambos, a ser coberto pelo governo federal.
O NÓ DO PIB
Boueri ressalta em sua análise que o PIB do Pará em 2008 foi de R$ 58,52 bilhões, e o estado gastou 16% disso com a manutenção da máquina pública. Para o mesmo, o Estado do Tapajós gastaria cerca de 51% do seu PIB e o de Carajás, 23%. A média nacional é de 12,72%. Segundo afirmou Boueri ao G1, “nessas bases, não tem estado que se sustente”.
Para chegar a essas conclusões, o pesquisador se debruçou sobre as médias de gastos com a manutenção da máquina pública por habitante em cada Estado, e assim chegou a uma projeção de quanto cada um deles gastaria, considerando as populações dos novos estados em discussão.
INVESTIMENTOS
Boueri citou ainda, na entrevista ao G1, que essa avaliação negativa não leva em conta ainda nem os altos investimentos envolvidos na criação dos estados, o que para ele só agrava o quadro. Construções de edifícios públicos e a necessidade de implantar infraestrutura no interior do Pará, como aeroportos e rodovias, também devem entrar na conta, diz o pesquisador, que afirmou ainda que Tapajós e Carajás “serão estados de boca aberta, esperando o dinheiro do governo federal”.
REPERCUSSÃO
Ouvidos pelo G1, prefeitos das regiões envolvidas e o governador do Pará, Simão Jatene, alternaram posições entre moderação e a comemoração. Maria do Carmo, prefeita de Santarém, prevista para ser a capital de Tapajós, lembrou que a criação do novo Estado é uma reivindicação histórica e cultural.
“Estamos a mais de 800 quilômetros da capital. Os recursos e os serviços não chegavam. Mesmo com o aumento da presença dos governos federal e estadual, permaneceu o espírito separatista”.
O prefeito de Marabá, Maurino Magalhães, confirmou que vai lutar pela criação de Carajás. “A maioria da população da região é favorável à divisão. Somos uma região de difícil acesso e com pouca presença do governo estadual. É importante a criação de Carajás para o desenvolvimento da nossa região”.
O governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), disse em nota que é favorável ao plebiscito, mas sublinhou que a população “deve ter total clareza do que vai escolher e suas reais consequências” (com informações do portal G1).
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Presidente da Vale denuncia ‘esquema’ no Pará
Endereçada à presidente da República, Dilma Rousseff, uma carta do presidente da mineradora Vale, Roger Agnelli, publicada na edição desta semana da revista Época, colocou o município de Parauapebas, no sudeste do Pará, administrado pelo petista Darci Lermen, no olho do furacão da intricada e ainda misteriosa história que resultou na queda de um dos executivos mais poderosos do país.
Segundo a reportagem da Época, a carta de Agnelli é do dia 14 de março, quando os boatos da saída do executivo da empresa já atingiam altos decibéis. No documento, ele dizia que “a disputa em torno dos royalties estava inserida em um ‘contexto político’ e que havia ‘investigações criminais em andamento’ sobre o suposto desvio de esquema da prefeitura de Parauapebas”.
O município abriga uma das jóias da coroa da Vale no Pará: a mina de ferro de Carajás, a maior do mundo a céu aberto. Em cinco anos, a prefeitura comandada por Lermen recebeu uma autêntica fortuna: R$ 700 milhões, a título de royalties, uma compensação pela exploração mineral.
A revista afirma que há suspeitas de que “dinheiro pago pela mineradora, que entrou no caixa da prefeitura e que deveria ser aplicado na melhoria das condições de vida da população, aparentemente foi parar em lugar impróprio”. (Diário do Pará)
Zenaldo Coutinho é o novo presidente do PSDB
Por decisão unânime, em chapa única, Zenaldo Coutinho, chefe da Casa Civil do Estado, assumiu a presidência regional do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). A convenção estadual da legenda – que conta com mais de 15 mil filiados no Pará - foi realizada na manhã de sábado (7), no auditório João Batista, da Assembleia Legislativa do Estado.
Na ocasião, os tucanos paraenses elegeram a sua nova diretoria, para o biênio 2011/2012. Foram 165 delegados, de 80 municípios do Pará, que exerceram o direito de voto. Uma das missões dos novos dirigentes será comandar um dos partidos de maior representação no Estado durante as eleições municipais do próximo ano.
Além de Zenaldo, a chapa eleita conta com o atual secretário estadual de Educação, Nilson Pinto (vice-presidente), Mário Couto (segundo vice-presidente), Nicias Ribeiro (secretário geral), Nalu Távora (secretária), Marcos Soares (tesoureiro) e José Amoras (tesoureiro adjunto). O deputado estadual José Megale continuará na função de líder da bancada.
O governador do Pará, Simão Jatene, também esteve presente na convenção, onde foi declarado presidente de honra do partido. Ao todo, o PSDB conta com treze prefeitos, cinco deputados estaduais, três federais e dois senadores, assim como o governador.
O ex-Deputado Italo Mácola foi eleito para delegado na Convenção Nacional do Partido
Na ocasião, os tucanos paraenses elegeram a sua nova diretoria, para o biênio 2011/2012. Foram 165 delegados, de 80 municípios do Pará, que exerceram o direito de voto. Uma das missões dos novos dirigentes será comandar um dos partidos de maior representação no Estado durante as eleições municipais do próximo ano.
Além de Zenaldo, a chapa eleita conta com o atual secretário estadual de Educação, Nilson Pinto (vice-presidente), Mário Couto (segundo vice-presidente), Nicias Ribeiro (secretário geral), Nalu Távora (secretária), Marcos Soares (tesoureiro) e José Amoras (tesoureiro adjunto). O deputado estadual José Megale continuará na função de líder da bancada.
O governador do Pará, Simão Jatene, também esteve presente na convenção, onde foi declarado presidente de honra do partido. Ao todo, o PSDB conta com treze prefeitos, cinco deputados estaduais, três federais e dois senadores, assim como o governador.
O ex-Deputado Italo Mácola foi eleito para delegado na Convenção Nacional do Partido
Desafios para integrar o oeste do Pará e evitar a divisão.
Antes de criticar o desejo de emancipação da população da região oeste do Pará, temos de encontrar soluções para problemas críticos enfrentados por mais da metade do território paraense, dentre os quais podemos citar:
01 – Na região da Calha Norte não há energia elétrica de qualidade e sim geradores com mais de 15 anos de uso que na época da cheia dos rios da região tem que ser levantados para não ficarem submersos, enquanto isso a energia de Tucurui já esta chegando em Manaus e em Municípios do estado do Amazonas.
02 – Nesta região não há empresas que forneçam serviços de banda larga a população que utiliza os serviços de internet por rádio, de péssima qualidade.
03 – A estrada estadual PA – 254 com quase 800 quilômetros não tem um centímetro de asfalto e pasmem, a ponte que liga os Municípios foi feita de madeira por um dos Prefeitos da região sem apoio nenhum dos governo estadual e federal.
04 – A rodovia Santarém Cuiabá que poderia integrar Santarém com o restante do Estado e com o centro oeste ainda não foi asfaltada e sua pontes estão em péssimo estado, enquanto isso a parte da rodovia que fica no estado do Mato Grosso esta sendo duplicada.
Assim fica difícil criticar, então temos que ir a luta para solucionar esses entraves que
com certeza contribuem para o desejo de divisão de nosso estado.
quinta-feira, 5 de maio de 2011
ENCHENTE EM ALENQUER
Novamente Alenquer sofre com as anchentes, grande parte da cidade já se encontra nessa situação e a popçulação tem grande dificuldade em transitar no Município.
Na foto a Rua Benedito Monteiro, primeira rua do Município já em grande parte sob as águas.
STF retoma julgamento da união de homossexuais
O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje (5) à tarde o julgamento das ações que pedem o reconhecimento legal da união estável de homossexuais. Um dos motivos da interrupção foi a ausência do ministro Marco Aurélio Mello, que passou mal durante a sessão.
O relator, ministro Carlos Ayres Britto, votou a favor do reconhecimento da união homossexual como entidade familiar. Isso significa que, além dos direitos patrimoniais, como herança e inclusão como dependente na Previdência Social, ficam assegurados direitos de família, como à adoção. (Agência Brasil)
O relator, ministro Carlos Ayres Britto, votou a favor do reconhecimento da união homossexual como entidade familiar. Isso significa que, além dos direitos patrimoniais, como herança e inclusão como dependente na Previdência Social, ficam assegurados direitos de família, como à adoção. (Agência Brasil)
terça-feira, 3 de maio de 2011
Projetos mal feitos emperram obras do PAC
Não são apenas os processos ambientais que atrasam o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A falta de cuidado na elaboração de projetos básicos e executivos - ou mesmo a ausência deles - também tem sido uma pedra no sapato do governo federal. Além de esticar o cronograma de obras, a má qualidade dos estudos pode provocar brigas judiciais intermináveis.
Os relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) estão recheados de relatos e reclamações de projetos de baixa qualidade, sem informações necessárias para a obra, técnicas ultrapassadas de construção e valores inadequados. Na maioria dos casos, os ministros paralisam as obras e exigem novos estudos. Foi o que ocorreu, por exemplo, com o Porto de Itaqui, importante rota para escoar a safra de grãos da Região Norte do País.
O contrato para a dragagem dos berços 100 a 103 e a construção de uma área nos berços 100 e 101 foi suspenso por causa de inconsistências no projeto. A Empresa Maranhense de Administração Portuária precisará fazer novos levantamentos de campo e redefinir a metodologia para dragagem e construção da área de apoio ao porto.
“O projeto será readequado às condições de campo”, afirmou a administradora, destacando que a conclusão dos estudos ocorrerá até o fim do mês. Somente após essa data será possível definir um novo cronograma de obras. A expectativa inicial era de que o empreendimento ficasse pronto até dezembro de 2009. Enquanto isso, boa parte dos produtores da nova fronteira agrícola Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tem de transportar a safra por algumas centenas de quilômetros até os portos do Sul e do Sudeste.
Outra área que sofre com projetos de baixa qualidade é o de saneamento básico, em que as prefeituras são responsáveis pelos estudos. O diretor da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base, Newton Azevedo, afirma que os municípios têm grande dificuldade para executar e contratar empresas que façam o trabalho conforme as exigências da legislação. “Com projetos ruins, o processo licitatório na maioria dos casos não vai para frente ou é embargado por decisões judiciais.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado
Os relatórios do Tribunal de Contas da União (TCU) estão recheados de relatos e reclamações de projetos de baixa qualidade, sem informações necessárias para a obra, técnicas ultrapassadas de construção e valores inadequados. Na maioria dos casos, os ministros paralisam as obras e exigem novos estudos. Foi o que ocorreu, por exemplo, com o Porto de Itaqui, importante rota para escoar a safra de grãos da Região Norte do País.
O contrato para a dragagem dos berços 100 a 103 e a construção de uma área nos berços 100 e 101 foi suspenso por causa de inconsistências no projeto. A Empresa Maranhense de Administração Portuária precisará fazer novos levantamentos de campo e redefinir a metodologia para dragagem e construção da área de apoio ao porto.
“O projeto será readequado às condições de campo”, afirmou a administradora, destacando que a conclusão dos estudos ocorrerá até o fim do mês. Somente após essa data será possível definir um novo cronograma de obras. A expectativa inicial era de que o empreendimento ficasse pronto até dezembro de 2009. Enquanto isso, boa parte dos produtores da nova fronteira agrícola Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) tem de transportar a safra por algumas centenas de quilômetros até os portos do Sul e do Sudeste.
Outra área que sofre com projetos de baixa qualidade é o de saneamento básico, em que as prefeituras são responsáveis pelos estudos. O diretor da Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base, Newton Azevedo, afirma que os municípios têm grande dificuldade para executar e contratar empresas que façam o trabalho conforme as exigências da legislação. “Com projetos ruins, o processo licitatório na maioria dos casos não vai para frente ou é embargado por decisões judiciais.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado
quinta-feira, 28 de abril de 2011
PSDB DE IGARAPÉ MIRI CONVOCA PARA CONVENÇÃO MUNICIPAL
Nos termos da legislação em vigor, ficam convocados, por este EDITAL, todos os eleitores filiados ao PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILERA – PSDB, do município de Igarapé Miri – Pará, para participarem da CONVENÇÃO MUNICIPAL, que será realizada no dia 30 de abril de 2011, com início as 09:00h e encerramento previsto às 12:00 h, no Sitio São Genaro, localizado na Estrada do Mocajateua, nesta cidade de Iagarapé - Miri.
Ordem do Dia:
1- Eleição, por voto direto e secreto, do Diretório Municipal,;
2- Eleição, por voto direto e secreto, de Delegados e respectivos Suplentes à Convenção Estadual;
3- Eleição, por voto direto e secreto, do Conselho de Ética e Disciplina, constituído por 05 Membros Efetivos e igual número de Suplentes e do Conselho Fiscal, constituído por 03 Membros Efetivos e igual número de Suplentes.
Nesta mesma data, será eleita a Comissão Executiva Municipal e seus suplentes, em reunião do Diretório Municipal eleito, convocada por este Edital para as 12:00 horas, no mesmo local.
Igarapé Miri, 18 de abril de 2011.
JEFFERSON MAURO SILVA MÁCOLA
Presidente da Comissão Provisória
quarta-feira, 27 de abril de 2011
P.S.D.B de Santarém convoca para Convenção Municipal
EDITAL DE CONVOCAÇÃO
Nos termos da legislação em vigor, ficam convocados, por este EDITAL, todos os eleitores filiados ao PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILERA – PSDB, do município de Santarém – Pará, para participarem da CONVENÇÃO MUNICIPAL, que será realizada no dia 30 de abril de 2011, com início as 8:00h e encerramento previsto às 13:00 h, na Câmara Municipal de Santarém, localizada na Avenida Dr. Anísio Chaves , nº 1001, Bairro Aeroporto Velho, CEP 68030-290, nesta cidade Santarém Pará, com a seguinte
Ordem do Dia:
1- Eleição, por voto direto e secreto, do Diretório Municipal, que será constituído de 35 Membros Efetivos e 11 Suplentes;
2- Eleição, por voto direto e secreto, de Delegados e respectivos Suplentes à Convenção Estadual;
3- Eleição, por voto direto e secreto, do Conselho de Ética e Disciplina, constituído por 05 Membros Efetivos e igual número de Suplentes e do Conselho Fiscal, constituído por 03 Membros Efetivos e igual número de Suplentes.
Nesta mesma data, será eleita a Comissão Executiva Municipal e seus suplentes, em reunião do Diretório Municipal eleito, convocada por este Edital para as 13:00 horas, no mesmo local.
Santarém – PA, 18 de abril de 2011.
Nesta mesma data, será eleita a Comissão Executiva Municipal e seus suplentes, em reunião do Diretório Municipal eleito, convocada por este Edital para as 13:00 horas, no mesmo local.
Alexandre Raimundo de Vasconcelos Wanghon
Presidente da Comissão Executiva Municipal
S.T.F DEFINE HOJE SOBRE CRITERIOS DE CONVOCAÇÃO DE SUPLENTES
O Supremo Tribunal Federal (STF) decide hoje, ao julgar o mérito de três mandados se segurança, o critério para a convocação de suplentes na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais.
A definição a ser dada pelo STF é se a vaga deve ser preenchida pelo partido do titular ou pela coligação do qual ele fez parte.
Tende o STF a decidir que a vaga de suplente pertence ao partido, pois a maioria das liminares concedidas pelos ministros nos mandados de segurança determinaram a posse do suplente partidário.
Há 25 deputados na Câmara Federal que ocupam a vaga de titulares de outros partidos, por terem sido os imediatamente mais votados na coligação. Na Assembleia Legislativa do Pará há um deputado na mesma situação.
Caso o STF decida que a vaga é do partido, todos deverão deixar o cargo, cedendo a vaga aos partidos.
A definição a ser dada pelo STF é se a vaga deve ser preenchida pelo partido do titular ou pela coligação do qual ele fez parte.
Tende o STF a decidir que a vaga de suplente pertence ao partido, pois a maioria das liminares concedidas pelos ministros nos mandados de segurança determinaram a posse do suplente partidário.
Há 25 deputados na Câmara Federal que ocupam a vaga de titulares de outros partidos, por terem sido os imediatamente mais votados na coligação. Na Assembleia Legislativa do Pará há um deputado na mesma situação.
Caso o STF decida que a vaga é do partido, todos deverão deixar o cargo, cedendo a vaga aos partidos.
SENADOR FLEXA RIBEIRO É O NOVO OUVIDOR DO SENADO
O senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) agora é o ouvidor-geral do Senado. Ele foi escolhido nesta terça-feira (26) pelo presidente da Casa, José Sarney, e terá um mandato de dois anos, renovável por igual período. A indicação do titular da Ouvidoria do Senado dispensa a aprovação do Plenário. Já nomeado, Flexa Ribeiro deverá ouvir reclamações, sugestões, denúncias, elogios e pedidos de informações da sociedade sobre as atividades da instituição.
Além disso, o ouvidor deverá sugerir mudanças que permitam o controle social do Senado, tendo também a missão de responder aos encaminhamentos enviados a ele pela sociedade.
FERNANDO HENRIQUE DESAFIA LULA
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso rebateu nesta segunda-feira (18) as críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a respeito de seu artigo publicado na revista "Interesse Nacional". No artigo, FHC sugeriu ao PSDB evitar disputar com o PT a influência sobre os "movimentos sociais" ou o "povão" e priorizar a nova classe C.
Na última quinta-feira (14), em Londres, Lula disse: "Sinceramente não sei como alguém estuda tanto e depois quer esquecer o povão. O povão é a razão de ser do Brasil".
Em entrevista ao programa "Começando o dia", com o jornalista Alexandre Machado, na rádio Cultura FM, de São Paulo, FHC afirmou que "por razões político-ideológicas, dizem que o PSDB é da elite e o PT é do povo, isso não é verdade. Eu me elegi duas vezes presidente, eu fiz as políticas sociais. Quem começou todos esses programas sociais de bolsa foi o meu governo".
"Agora mesmo o Lula, lá de Londres, está dizendo a mesma coisa, com que moral? O Lula que era contra a privatização está lá falando para a Telefonica, ganhando US$ 100 mil, o filho dele é sócio de uma empresa de telefonia. São contra a privatização, aderiram totalmente às transformações que nós provocamos e ainda vem nos criticar e dizer que nós somos a favor da elite contra o povo e estão mamando na elite", disse FHC.
"O Lula, lá de Londres, refestelado na sua vocação nova, ainda se dá ao direito de gozar que estudei tanto tempo para ficar contra o povo. Ele se esquece que eu o derrotei duas vezes e quem sabe ele queira uma terceira, eu topo".
Na semana passada, Lula viajou à Europa a convite da Telefonica, empresa espanhola que em 1998 comprou a Telesp durante o processo de privatização do sistema Telebrás no governo FHC . Em Londres, Lula deu uma palestra em um seminário da Telefonica para banqueiros e empresários. O ex-presidente também foi à Espanha para receber o 3º Prêmio Libertad Cortes de Cádiz e se encontrar com o primeiro-ministro José Luiz Rodríguez Zapatero.
Durante a entrevista, FHC desafiou Lula para uma nova disputa. "O Lula, lá de Londres, refestelado na sua vocação nova, ainda se dá ao direito de gozar que estudei tanto tempo para ficar contra o povo. Ele se esquece que eu o derrotei duas vezes e quem sabe ele queira uma terceira, eu topo".
"Se ele quiser discutir, debater comigo, eu estou aberto. E não é porque eu tenha estudado. Eu acho lamentável que um ex-presidente da República o tempo todo faça pregação da ignorância, do não estudo, é patético", afirmou FHC.
Na última quinta-feira (14), em Londres, Lula disse: "Sinceramente não sei como alguém estuda tanto e depois quer esquecer o povão. O povão é a razão de ser do Brasil".
Em entrevista ao programa "Começando o dia", com o jornalista Alexandre Machado, na rádio Cultura FM, de São Paulo, FHC afirmou que "por razões político-ideológicas, dizem que o PSDB é da elite e o PT é do povo, isso não é verdade. Eu me elegi duas vezes presidente, eu fiz as políticas sociais. Quem começou todos esses programas sociais de bolsa foi o meu governo".
"Agora mesmo o Lula, lá de Londres, está dizendo a mesma coisa, com que moral? O Lula que era contra a privatização está lá falando para a Telefonica, ganhando US$ 100 mil, o filho dele é sócio de uma empresa de telefonia. São contra a privatização, aderiram totalmente às transformações que nós provocamos e ainda vem nos criticar e dizer que nós somos a favor da elite contra o povo e estão mamando na elite", disse FHC.
"O Lula, lá de Londres, refestelado na sua vocação nova, ainda se dá ao direito de gozar que estudei tanto tempo para ficar contra o povo. Ele se esquece que eu o derrotei duas vezes e quem sabe ele queira uma terceira, eu topo".
Na semana passada, Lula viajou à Europa a convite da Telefonica, empresa espanhola que em 1998 comprou a Telesp durante o processo de privatização do sistema Telebrás no governo FHC . Em Londres, Lula deu uma palestra em um seminário da Telefonica para banqueiros e empresários. O ex-presidente também foi à Espanha para receber o 3º Prêmio Libertad Cortes de Cádiz e se encontrar com o primeiro-ministro José Luiz Rodríguez Zapatero.
Durante a entrevista, FHC desafiou Lula para uma nova disputa. "O Lula, lá de Londres, refestelado na sua vocação nova, ainda se dá ao direito de gozar que estudei tanto tempo para ficar contra o povo. Ele se esquece que eu o derrotei duas vezes e quem sabe ele queira uma terceira, eu topo".
"Se ele quiser discutir, debater comigo, eu estou aberto. E não é porque eu tenha estudado. Eu acho lamentável que um ex-presidente da República o tempo todo faça pregação da ignorância, do não estudo, é patético", afirmou FHC.
PIONEIRO ANUNCIA MEDIDAS NA ALEPA
O presidente da Assembléia Legislativa do Pará, deputado Manoel Pioneiro (PSDB), ocupou nesta terça-feira (26), a tribuna da Alepa para fazer um pronunciamento a respeito dos últimos fatos ocorridos no Poder Legislativo com grandes repercussões na imprensa local. Pioneiro rebateu a necessidade de instalar uma CPI para apurar denúncias da existência de manipulação na folha de pagamento de pessoal, uma vez que isso já está sendo investigado pelo Ministério Público e Polícia Civil. O presidente da Casa anunciou ainda onze medidas de controle de custos, entre elas uma auditoria independente sobre os gastos e necessidades de investimentos no Legislativo Estadual.
Antes mesmo do discurso na Tribuna, Pioneiro anunciou decisão da Mesa Diretora da Alepa de criar um teto de gastos de R$ 20 milhões/mês para o funcionamento do Poder Legislativo. “Vamos fazer cumprir um acordo. O que passar de R$ 20 milhões que essa Casa receber - como foi o caso do mês de janeiro - que recebeu R$ 23 milhões, será devolvido para o governo do Estado. O excedente será investido na saúde, na educação, na segurança pública, etc”, disse. “Apesar da previsão de gastos no orçamento ser de R$ 251 a 268 milhões por ano, vamos trabalhar para não passar de 240 milhões de reais anuais com gastos”, afirmou.
Pioneiro considera desnecessária a instalação da CPI na medida em que o Ministério Público (MP) está recebendo todas as informações para “que as irregularidades sejam plenamente apuradas e os culpados punidos exemplarmente”, disse. “Uma CPI, nesse momento, não teria independência e isenção para realizar os trabalhos de investigação que está tendo o MP...Porque então não fortalecer o MP e queimar a etapa de uma CPI que, no mínimo, precisaria de 120 dias de prazo para apresentar um relatório ao mesmo tempo que o Ministério Público já está investigando o caso”, defendeu Pioneiro. "A sociedade exige pressa na apuração. Essa crise exige respostas imediatas", pontuou.
O MP está tendo acesso a toda a documentação e investigando as denúncias de manipulação na folha de pagamento, da existência de funcionários fantasmas, número excessivo de estagiários e do uso exagerado de benefícios. “Desde o início das investigações abrimos as portas da Assembleia Legislativa para o Ministério Público, numa atitude nunca vista em outra Casa Legislativa do País”, comparou.
O presidente da Alepa recebeu apartes em seu pronunciamento por dez parlamentares de nove bancadas partidárias diferentes, todos concordando com as medidas adotadas pela presidência, tendo somente recebido discordância no item que diz respeito à necessidade de instalação da CPI feita pelo deputado Carlos Bordalo, líder do PT, bancada que junto com o deputado Edmilson Rodrigues subscrevem o pedido de instalação da CPI.
Manifestaram-se, ainda, por meio de apartes, os deputados: Celso Sabino (PR), Márcio Miranda (DEM), Júnior Hage (PTB), Cássio Andrade (PSB); Eliel Faustino (PR), Parsifal Pontes (PMDB), José Megale (PSDB), Fernando Coimbra (PDT) e Gabriel Guerreiro (PV). Somente não se posicionaram a respeito do pronunciamento do presidente Pioneiro, a liderança do PPS, deputado João Salame, legenda que anunciou publicamente que iria subscrever o pedido de CPI; do PSOL, o deputado Edmilson Rodrigues, autor do pedido; do PMN e do PP, presentes na sessão, respectivamente deputados Alessandro Novelino e Luiz Rebelo. Já as lideranças do PRB e PSC, deputados Pastor Divino e Hilton Aguiar, não estiverem presente na sessão.
MEDIDAS – Em seu pronunciamento, Pioneiro destacou medidas já adotadas em relação aos fatos. “No pouco tempo que estou à frente da administração desta Casa, já adotei, entre outras, a demissão de vários comissionados e a extinção da rubrica 10”, disse. A rubrica permitia ao presidente conceder gratificações a servidores no montante que desejasse.
Além disso, onze outras medidas foram citadas pelo presidente do Legislativo paraense:
* Contratação de uma empresa de consultoria para realizar auditoria no Poder Legislativo;
* Recadastramento de todos os servidores efetivos, temporários e comissionados;
* Implantação de ponto eletrônico;
* Contratação de temporários respeitando a legislação vigente;
* Reorganização e fortalecimento da Comissão de Controle Interno das ações administrativas;
* Definição de três estagiários por gabinete parlamentar;
* Regularização de benefícios somente através de resolução;
* Instituição do Colegiado de Líderes para assessorar a Mesa Diretora através de Regimento Interno;
* Criação da ouvidoria geral do Poder Legislativo;
* Implantação de um novo Plano de Cargos e Salários que privilegie o mérito e impeça irregularidades;
* Limitação de cinco servidores à participação em Comissões permanentes e provisórias.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Vai acabar a bagunça
Parece que teremos uma definição sobre a bagunça envolvendo a suplência nas casas legislativas do nosso Brasil. Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) marcaram para o dia 27 de abril o julgamento que vai decidir os critérios a serem adotados pelo Poder Legislativo para a convocação de suplentes. O STF vai decidir se a vaga de suplente do parlamentar que se licencia do cargo pertence ao seu partido ou à coligação dele. Essa decisão vai acabar com toda a confusão criada no país e com a avalanche de processos judiciais. Eu já que disse que a regra do jogo não pode ser mudada após o seu término e por isto sou a favor que a vaga pertença ao suplente da coligação. A cadeira do vereador José Domingos continua vazia na Câmara Municipal de Araxá e o presidente Carlos Roberto Rosa não vai poder esperar a decisão do STF para decidir quem vai ocupá-la. Se a decisão do vereador bater com a do STF tudo bem, senão troca-se o suplente escolhido depois do dia 27.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Quem quer comprar o carro mais barato do mundo?
Segundo a Tata Motors, 70% das vendas foram feitas por meio de financiamento e os 30% restantes foram comercializado à vista. Entre os carros pagos no ato, cerca de 4.000 pedidos foram feitos pelo site da Tata. Metade dos pedidos feitos até agora é pela versão top de linha, o modelo ‘LX’.
Tata Nano deve chegar ao país custando R$9.000.A Tata Motors deve chegar ao Brasil, depois de muita expectativa. Sua chegada trará ao mercado nacional o carro mais barato do mundo, o Nano.
Segundo a Tata, o Nano não chegará ao país com preço praticado na Índia, mas deverá custar em torno de US$5.000, o que equivale a cerca de R$9.000.
Esse preço será quase 2,5 vezes menor que o sugerido para o Fiat Mille Economy, o atual carro mais barato do país. A chegada do Nano por R$9.000, mesmo que seja o preço de custo, causará um grande impacto no mercado nacional.
A Tata ainda informou que a versão vendida no Brasil terá estrutura e sistemas reforçados para atender as exigências de segurança e emissões estabelecidas pelo país.
Um carro que apresenta um valor tão baixo terá uma grande procura? Será uma ameaça aos modelos de entrada do mercado? E o principal: Terá qualidade e assistência à altura de sua fama internacional?
quarta-feira, 16 de março de 2011
TRE - PA DEFINE CRITERIOS PARA CONVOCAÇÃO DE SUPLENTES PELA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
O Tribunal Regional Eleitoral em decisão proferida em 03 de março deste ano definiu os critérios para serem utilizados pela Assembleia Legislativa do Estado do pará para a convocação de suplentes, na hipótese de licenciamento dos titulares para ocuparem cargos públicos.
Por 4 a 2 os Juizes definiram que nesses casos devem ser convocados os suplentes dos partidos e não das coligaçãos como valia até essa data.
Eis a integra da Resolução nº4.979
RESOLVEM os Juízes Membros do Tribunal Regional Eleitoral do Pará, por maioria, conhecer a consulta por se tratar de matéria de competência da Justiça Eleitoral. Voto divergente do Juiz José Rubens Barreiros de Leão. Por maioria, respondê-la no sentido de que em caso de licenciamento do cargo de deputado estadual para ocupar cargo público, devem ser convocados os suplentes dos partidos políticos aos quais pertencem os deputados que foram licenciados e não da coligação, nos termos do voto da Relatora. Vencidos o Desembargador Leonardo de Noronha Tavares e o Juiz José Rubens Barreiros de Leão.
Sala das Sessões do Tribunal Regional Eleitoral do Pará.
Belém, 3 de março de 2011.
Desembargador RICARDO FERREIRA NUNES
Presidente
Juíza MARIA DO CÉO MACIEL COUTINHO
Relatora
terça-feira, 1 de março de 2011
Manifestação impede saída de maquinário de Alenquer
O maquinário deveria realizar a manutenção das estradas de Monte Alegre, porém, a população se organizou para impedir a saída dos veículos. Revoltados, argumentam que as estradas do município estão em péssimas condições e nada foi feito.
“Chegou um diretor da SETRANS interino de Monte Alegre dizendo que vinha tirar as máquinas para recuperar os ramais de Monte Alegre, enquanto o nosso município está com as PA todas danificadas e não tão fazendo nada. Não vamos deixar mais um órgão do estado ir embora do município de alenquer”. Afirma o vereador Laercio Calderaro.
A ordem do estado foi recolher o maquinário até que fosse feito um levantamento em toda a malha viária da calha norte para só depois decidir o que seria feito. Mas isso não é suficiente para os moradores.
“As maquinas estando aqui a PA já não oferece condições de trafegabilidade, imagine indo embora para Monte Alegre. Vai ficar muito difícil a situação dos nossos colonos”. Alerta o motorista Josino Rodrigues.
Os manifestantes afirmam que não liberar a passagem enquanto não haja uma solução.
NOTA DO BLOG: Em 2005 também tentaram transferir as máquinas para o Município de Curua, mas intervimos junto ao ex-Secretario de Transportes Pedro Abílio e a mudança foi revertida.
UNALE - ASSEMBLEIAS LEGISLATIVAS DECIDEM AMPLIAR AUTONOMIA PARA LEGISLAR NOS ESTADOS
O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e presidente do Colegiado dos Presidentes das Assembleias Legislativas do Brasil, Barros Munhoz, coordenou na última quinta-feira, 24/2, em Brasília, evento promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), que debateu alternativas para o fortalecimento parlamentar.
Durante o encontro, ainda foram aprovadas moções que tratam de posse de suplentes e da questão da Lei da Ficha Limpa.
No encontro, presidentes de assembleias legislativas de todo país discutiram os próximos passos na luta pela ampliação da autonomia dos Estados para legislar sobre temas atualmente reservados apenas ao Congresso Nacional e à União. Para isso, as assembleias encaminharão ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição Federal (PEC), nesse sentido.
No mesmo encontro, foi decidido também solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma rápida definição sobre a Lei da Ficha Limpa e sobre o que deve prevalecer na convocação de suplentes no preenchimento de vagas nos Legislativos: o partido ou a coligação partidária.
Segundo Barros Munhoz, o objetivo é fortalecer e dar mais autonomia à atuação das assembleias legislativas. Para isso, o colegiado quer ampliar ainda mais o número de adesões à PEC. Munhoz ressaltou que as assembleias legislativas são cobradas para que atuem em questões mais próximas ao cidadão e encontram-se travadas no seu direito de legislar. E este, em sua avaliação, é o momento oportuno para rever o quadro atual e avançar no sentido de dar mais poder aos legislativos estaduais.
Os trabalhos tiveram início na manhã de quinta-feira, na Câmara Distrital de Brasília, onde foi realizado o Seminário de Assuntos Parlamentares, promovido pela Unale.
Durante o encontro, ainda foram aprovadas moções que tratam de posse de suplentes e da questão da Lei da Ficha Limpa.
No encontro, presidentes de assembleias legislativas de todo país discutiram os próximos passos na luta pela ampliação da autonomia dos Estados para legislar sobre temas atualmente reservados apenas ao Congresso Nacional e à União. Para isso, as assembleias encaminharão ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição Federal (PEC), nesse sentido.
No mesmo encontro, foi decidido também solicitar ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma rápida definição sobre a Lei da Ficha Limpa e sobre o que deve prevalecer na convocação de suplentes no preenchimento de vagas nos Legislativos: o partido ou a coligação partidária.
Segundo Barros Munhoz, o objetivo é fortalecer e dar mais autonomia à atuação das assembleias legislativas. Para isso, o colegiado quer ampliar ainda mais o número de adesões à PEC. Munhoz ressaltou que as assembleias legislativas são cobradas para que atuem em questões mais próximas ao cidadão e encontram-se travadas no seu direito de legislar. E este, em sua avaliação, é o momento oportuno para rever o quadro atual e avançar no sentido de dar mais poder aos legislativos estaduais.
Os trabalhos tiveram início na manhã de quinta-feira, na Câmara Distrital de Brasília, onde foi realizado o Seminário de Assuntos Parlamentares, promovido pela Unale.
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